sexta-feira, 8 de junho de 2018

MESA DE JULIO

Informamos que la próxima mesa de JULIO para alumnos libres y regulares se realizará el día LUNES 16/07 en los siguientes horarios:

NIVEL ELEMENTAL  de 9 a 11 hs.

NIVEL SUPERIOR de 9 a 12 hs.

NIVEL MEDIO de 12: 30 a 14: 30 hs.

La vista de desaprobados será el día MARTES 24/07 a las 18 hs.

Se firmarán libretas de alumnos que hayan aprobado el nivel superior en instancias anteriores en el horario de 10 a 12 hs.

Tener en cuenta "Recomendaciones para alumnos libres".

El material bibliográfico de apoyo se encuentra disponible en la Fotocopiadora de primer piso (junto al CBC) y en La Caverna sobre calle Puán a metros de Pedro Goyena.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

quarta-feira, 2 de maio de 2018

MESA DE MAYO

Informamos que la próxima mesa de mayo para alumnos libres se realizará el día martes 15 en los siguientes horarios:

NIVEL ELEMENTAL  de 11 a 13 hs.

NIVEL SUPERIOR de 11 a 14 hs.

NIVEL MEDIO de 14: 30 a 16: 30 hs.


La vista de desaprobados será el día viernes 1/6 de 16 a 17 hs.

Se firmarán libretas de alumnos que hayan aprobado el nivel superior en instancias anteriores en el horario de 11 a 14 hs.

Tener en cuenta "Recomendaciones para alumnos libres".

El material bibliográfico de apoyo se encuentra disponible en la Fotocopiadora de primer piso (junto al CBC) y en La Caverna sobre calle Puán a metros de Pedro Goyena.





segunda-feira, 30 de abril de 2018

MAIOR ACERVO BIBLIOGRÁFICO FORA DO BRASIL




Como já dizia um sábio, o livro é a grande memória dos séculos e se eles desaparecessem, desapareceria a história.
Tirar dos porões a Biblioteca Oliveira Lima, na Universidade católica da América, em Washington, nos EUA, foi a missão entregue à sua recente nomeada vice-reitora, a astrofísica brasileira Duília de Mello.
Duília de Mello, pesquisadora e especialista na análise de imagens do Telescópio Espacial Hubble, recebeu de seu chefe a missão de recuperar a biblioteca do pernambucano Manoel de Oliveira Lima e com ela resgatar grande parte da história do Brasil. Duília, com muito esforço, conseguiu liderar este trabalho e a biblioteca foi reaberta ao público no dia 31 de janeiro. Desde então, visitantes e pesquisadores podem acessar a maior biblioteca brasileira fora do país, um verdadeiro tesouro histórico, uma autêntica relíquia de livros e muita história.


O que se encontra na biblioteca
A biblioteca possui um acervo muito rico, que conta com uma sala cheia de livros raros, com títulos em português. Além disso, é lar de uma gigantesca quantidade de cartas que Oliveira Lima trocou com intelectuais: Lima Barreto, Euclides de Cunha, Monteiro Lobato, e inclusive Machado de Assis.
Os visitantes também poderão se deleitar com primeiras edições de clássicos da literatura brasileira, grandes álbuns de recortes de jornais que conservam em suas folhas assuntos importantes do país como a transição da Monarquia para a República e a construção de uma identidade nacional.
Em 1916, a biblioteca foi doada por Manoel Oliveira Lima, que além de ser um reconhecido diplomata brasileiro, foi um grande bibliófilo e colecionador de livros raros, recortes de jornais, obras de arte, cartas e manuscritos. Esses elementos compõem o seu legado, composto por 58 mil itens que contam uma parte importante da história do Brasil.
De Pernambuco até Washington, Oliveira Lima, conhecido também por escrever sobre política internacional, artes e literatura, manteve contato com quase todos os intelectuais da época no Brasil e na América Latina. Isso pode ser apreciado na troca de cartas que se encontram ainda conservadas na The Oliveira Lima Library. Aberta ao público em 1924, esta precisou ser fechada por falta de investimento, deixando no porão da Universidade todas essas joias da história brasileira.


Mas como todo esse material foi parar nos Estados Unidos?
Oliveira Lima sempre teve um espaço para produzir conteúdo sobre a história do Brasil, mesmo estando envolvido em importantes missões diplomáticas. Essas missões acabaram por se tornar conflitos irreconciliáveis em certa época, o que motivou o pernambucano a se radicar em Washington. Por lá, seu nome já era respeitado por ser o criador do primeiro curso sobre História do Brasil ministrado nos Estados Unidos, nada mais e nada menos que em Harvard.
O tempo todo esteve acompanhado de Flora, sua companheira de vida e parceira na bibliofilia.
O papel de Flora
Uma colaboradora silenciosa, foi Flora Cavalcanti de Albuquerque (1863-1940), quem cuidou da biblioteca logo depois da morte de Oliveira Lima. A memória da fotógrafa e arquivista com quem Oliveira Lima compartilhava seu amor pelos livros também será honrada na biblioteca, afinal ela foi a responsável pela organização de todo o acervo de seu marido. Especialistas afirmam que foi ela quem escreveu as cartas de Oliveira Lima, assim como os manuscritos de seus livros.
Fonte: Estadão

terça-feira, 3 de abril de 2018

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

BIBLIOTECA ONLINE TEM MAIS DE 3.000 LIVROS GRATUITOS EM PORTUGUÊS

Projecto da Universidade de Lisboa lista obras escritas em língua portuguesa de acesso livre e quer ser oportunidade para a edição de novos autores.



São mais de 3.000 livros em língua portuguesa e estão disponíveis online gratuitamente na Bibliotrónica Portuguesa 25 reedições de títulos que estavam desaparecidos e um espaço de edição de originais de novos autores.

A generalidade destes livros está disponível em formatos que permitem impressão ou que podem ser descarregados gratuitamente para leitura em dispositivos pessoais. A secção dos cerca de 3.000 "livrónicos" funciona como um portal para os livros em língua portuguesa que estão presentes online. "Há livros que os motores de busca não apanham e o objectivo é que estejam todos aqui listados, de modo que quem queira consultar um livro na internet venha aqui ver se tem uma hiperligação", explicou Ângela Correia, professora da Faculdade de Letras de Lisboa e directora da Bibliotrónica Portuguesa.

São livros de todo o género, sem qualquer critério de qualidade associado. Cada publicação é classificada por nome do autor e pelo título, tendo associada uma classificação que indica se é pesquisável, se está sob a forma de fotografias (ou seja, com fotos de cada página) ou se tem alguma restrição de acesso. O site também já reeditou 25 livros que deixaram de existir em papel, obras antigas ou difíceis de encontrar por não serem apetecíveis comercialmente para as editoras convencionais, mas que "mantêm o interesse público" e que estão libertos de direitos de autor. Entre eles estão "Às Mulheres Portuguesas", de Ana de Castro Osório, "Ilha dos Amores", de António Feijó, "Céu em Fogo", de Mário de Sá-Carneiro, e "A primeira edição de três peças", de Raúl Brandão.

No âmbito da publicação de originais, actualmente estão publicados três títulos com gravuras mas, para breve, está previsto um quarto. Os objectivos destas publicações, segundo a docente, "são vários". "Um deles é darmos espaço de experimentação a novos autores que nunca tenham conseguido publicar numa editora e a novos ilustradores, além das pessoas que aprendem como se faz um original, desde a revisão do texto à paginação e à articulação com a ilustração", explicou.

Os novos autores que queiram ser publicados têm de aceitar condições como a inexistência de troca de dinheiro e a cedência de direitos para que o livro fique disponível para toda a gente, porque o projecto quer funcionar como "uma espécie de montra". "Temos também aqui feito um bocadinho de experimentação, porque, como são originais que visam a vida só online, trabalhamos com a ilustração de uma maneira mais livre porque não temos os custos de impressão e também trabalhamos com formatos que estão pensados para o monitor e não para a impressão em papel", realçou.

Bibliotrónica Portuguesa nasceu em 2007, no Departamento de Literaturas Românicas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, pela professora Ângela Correia e alunos, mas autonomizou-se no ano passado para um endereço próprio.O projecto tem ainda um blogue, que actualmente concentra artigos publicados na imprensa sobre livros, antigos ou recentes, mas que Ângela Correia quer desenvolver para um espaço de crítica e crónicas, contando em breve com a colaboração da escritora Adília Lopes.