quarta-feira, 2 de setembro de 2026

ESPACIO DE CONSULTAS PARA ALUMNXS LIBRES

 

ESPACIO VIRTUAL DE CONSULTAS 
PARA ESTUDIANTES REGULARES 
DE LA FACULTAD DE FILOSOFÍA Y 
LETRAS (UBA)

MESA DE SETIEMBRE 2026







Encuentros programados por Google Meet. destinados a alumnxs libres:

 

Primer encuentro: jueves 10 de setiembre a las 11 HS.

Segundo encuentro: jueves 10 de setiembre a las 16 hs.


Inscribirse para recibir enlace del encuentro hasta una hora antes del horario previsto indicando la hora elegida:


https://forms.gle/Y3qSb13RFjiRQJK88


***


👉Próxima mesa de exámenes: Lunes 14/9 de 10 a 12 hs. (niveles elemental y superior) y 12 a 14 hs. (nivel medio). 





quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Página em português sobre comércio transatlântico de pessoas escravizadas

A história do comércio transatlântico de pessoas escravizadas ganhou uma nova página em português no site da ONU.




Lançado pelo Programa de Divulgação sobre o Comércio Transatlântico de Escravos e a Escravidão, o portal reúne materiais educativos, recursos multimídia e conteúdos sobre a história da escravidão, as formas de resistência e os legados das populações africanas e afrodescendentes.

Segundo dados citados pela ONU com base na UNESCO, cerca de 12,5 milhões de africanos e africanas foram deportados à força pelo comércio transatlântico entre os séculos XVI e XIX. Aproximadamente 5 milhões foram levados para o Brasil, principal destino desse sistema nas Américas.

A página também apresenta iniciativas de memória, como a Arca do Retorno, memorial permanente instalado na sede da ONU, em Nova York, além de conteúdos sobre igualdade racial, direitos humanos e justiça histórica. Possibilitando os visitantes conhecerem, estudarem e discutirem essa história a partir de diferentes perspectivas.

🔗 O portal está disponível em un.org/pt/rememberslavery

Fonte: Mundo Negro - www.mundonegro.inf.br


quinta-feira, 30 de julho de 2026

Acordo ortográfico

 

Entrevista. Marco Neves: “O acordo ortográfico falhou e foi completamente inútil”

por Lusa,    16 Julho, 2026
Entrevista. Marco Neves: “O acordo ortográfico falhou e foi completamente inútil”
Marco Neves / DR

O professor e linguista Marco Neves considera que o Acordo Ortográfico (AO) “falhou” no objetivo de unificação da língua portuguesa, sendo hoje “completamente inútil” e criando tensões desnecessárias.

“Eu acho que o acordo acabou por falhar, e isso é a minha opinião, está aplicado em Portugal, sem dúvida, está aplicado no Brasil também, em alguns países africanos, mas falhou porque não criou uma unificação ortográfica, que era o seu grande objetivo”, afirmou, em entrevista à Lusa.

“Falhou porque, neste momento, temos Angola a usar a ortografia anterior, temos Portugal e Brasil a usar ortografias do acordo, mas também não são exatamente a mesma, portanto, não se fez uma unificação completa, e acabámos por ficar, na prática, com três ortografias. Aquela que é usada, por exemplo, em Angola, a que é usada em Portugal e a que é usada no Brasil”, acrescentou.

Para o professor e tradutor, a ortografia “nunca foi uma barreira” na comunicação entre os países falantes da língua portuguesa e mascara as verdadeiras dificuldades do mercado lusófono.

“O acordo foi vendido como uma forma de criar um espaço mais unitário, mas as verdadeiras barreiras à circulação de livros e de informação no espaço da língua portuguesa são barreiras alfandegárias, barreiras comerciais, não são barreiras ortográficas. Portanto, a minha opinião, é que foi completamente inútil”, disse.

Lembrou ainda que a ortografia sempre foi o ponto mais “estável” da língua.

“Foi um acordo só sobre ortografia, que por acaso é o ponto da língua mais estável e ao mesmo tempo também onde há menos diferenças, porque as grandes diferenças entre o português dos vários países, são no vocabulário, às vezes a sintaxe, […] os termos técnicos, aí também há bastantes diferenças”, salientou.

Autor de várias obras sobre linguística, Marco Neves dá o seu próprio exemplo numa recente viagem ao Brasil para o lançamento do livro “Queria? Já Não Quer?”, escrito com a ortografia portuguesa antiga, para referir que “ninguém se queixou”, e observar que as pessoas “sabem disso, sabem que há pequenas diferenças”.

Outro exemplo de que se socorre é o da língua inglesa, onde as duas ortografias [inglesa e americana] convivem pacificamente e todos continuam “amigos como dantes”. E o caso de Espanha “é também um bom modelo, com as várias academias a conversarem entre si” fazendo ajustes ao longo do tempo.

No caso da língua portuguesa, “é tudo muito mais ‘ad-hoc’. Cada país tem uma forma diferente de encarar a língua e as coisas não funcionam muito bem”. Com o AO “criou-se uma série de problemas e de tensões e de questões que são escusadas”, observou.

“Não nos podemos esquecer que o acordo foi feito numa época (1990) em que já tínhamos em Portugal e no Brasil também, com velocidades diferentes, uma taxa de alfabetização relativamente elevada, em Portugal aproximadamente 100%. Nos países africanos de língua portuguesa tínhamos situações muito diferentes, não só de alfabetização, mas também e principalmente da utilização da própria língua portuguesa”, lembrou.

Hoje há uma realidade diferente, mas cada país tem uma relação distinta com a língua oficial, desde a Guiné-Bissau “onde pouco se fala o português”, ou o caso de Angola, onde a língua portuguesa está em forte “crescimento”.

Outra reflexão feita por Marco Neves passa pelo crescimento da extrema-direita e pela “tendência em vários países para um maior nacionalismo”, algum fator de xenofobia, que pode levar em Portugal a um crescimento da ideia de que nos devíamos bastar a nós próprios e não ouvir os outros países de língua portuguesa.

“Cada país tem o seu ritmo, e isto talvez não seja neste momento algo visível, mas no futuro poderá acontecer algo do género”, admitiu.

Recordou a este propósito o que aconteceu na antiga Jugoslávia, onde “o nacionalismo linguístico” levou a que, cada uma das atuais nações tenha declarado uma língua diferente, “quando na verdade o croata, o sérvio, o montenegrino, o bósnio são a mesma língua”, afirmou.

“Com o andar dos anos pode acontecer algo parecido com a língua portuguesa”, alertou o professor e tradutor.

“Eu vejo muitas vezes, no discurso em Portugal, mesmo de pessoas que não estão associadas à extrema-direita, este quase desejo de que mais valia dizermos que o português é só nosso e que os outros, cada um deles, cria a sua língua e pronto”, disse.

Mas a “diferença” e a “variedade” da língua portuguesa são para Marco Neves caraterísticas que a valorizam e enriquecem.

Olhando para as “velocidades” da aplicação do AO nos vários países de língua oficial portuguesa, o linguista sugere que as Academias possam liderar uma reforma que seria desejável.

“A Academia das Ciências de Lisboa e a Academia de Letras do Brasil e dos outros países, as várias academias que existem, podiam ter aqui um papel para resolver o problema, no sentido de fazer reformas, isto iria implicar andar para trás em alguns pontos, assumir algumas das mudanças”, mas já que se fez o Acordo Ortográfico, pelo menos agora, “que se mude bem”.

Fonte: Comunidade, Arte e Cultura.

terça-feira, 30 de junho de 2026

ESPACIO DE CONSULTAS PARA ALUMNXS LIBRES

 

ESPACIO VIRTUAL DE CONSULTAS 
PARA LOS ESTUDIANTES REGULARES 
DE LA FACULTAD DE FILOSOFÍA Y 
LETRAS (UBA)

Primer Cuatrimestre 2026: Mesa de julio





 

 

Ø Encuentro programado por Google Meet. destinados especialmente a alumnxs libres:

 

10 DE JULIO 11 HS.



Ø Inscribirse para recibir enlace del encuentro hasta una hora antes del horario previsto:


https://forms.gle/pVAtpmAdoELma7Hg7


***


👉Próxima mesa de exámenes: Lunes 13/7 de 10 a 12 hs. (niveles elemental y superior) y 12 a 14 hs. (nivel medio). 


sábado, 23 de maio de 2026

LA GUERRA DE LAS MALVINAS EN LA LITERATURA DE CORDEL

 

“INGLATERRA E ARGENTINA EM GUERRA PELAS MALVINAS” : LA CRÔNICA PERIODÍSTICA EN LA LITERATURA BRASILEÑA DE CORDEL


Prof. Carlos A. Pasero

 

La literatura brasileña de cordel es homóloga de manifestaciones ya desaparecidas en otros países ("pliegos sueltos", "colportage", "chapbook", etc.). Entre la tradición folclórica y los medios de comunicación masivos, es sobreviviente de una práctica nacida entre los siglos XVI y XVII en Europa y que tenía como escenario de difusión, lo mismo que en el Brasil de contemporáneo, la plaza pública y el mercado.

 

En ese universo cultural, la literatura brasileña de cordel participa de un contexto mayor, la poesía oral, improvisada y cantada. La literatura brasileña de cordel surge a fines del siglo XIX. Hasta ese momento sólo se importaban y consumían folletos o pliegos sueltos de la literatura de cordel producida e impresa en Portugal. La disponibilidad, en el mercado de segunda mano, de pequeñas máquinas de imprimir desechadas por los periódicos del interior, hizo que muchos productores y vendedores de folletos iniciaran un proceso de "sustitución de importaciones" muy curioso, tal vez, sospechamos, relacionado con la carestía del producto importado o su desaparición.

 

Con epicentro en el nordeste del Brasil, la literatura brasileña de cordel se encuentra ya desparramada por casi todo el país. Algunos títulos significativos son: Batalha de Oliveiros com Ferrabráz de Leandro Gomes de Barros, Roldão no Leão de Ouro de João Martins de Ataíde, Brasil, Tricampeão do Mundo de Manoel d'Almeida Filho, Nascimento, Vida e Morte do Padre Cícero Romão de José Costa Leite, As Bravuras e Morte de Lampião de Antônio Francisco da Silva.

 

El texto que reproducimos a continuación, de especial interés para los argentinos, es un ejemplo de crónica periodística, uno de los tantos géneros diversos en los que se expresa la literatura nordestina impresa: “A Inglaterra e Argentina em Guerra pelas Malvinas” del poeta cearense, residente en Río de Janeiro, Gonçalo Ferreira da Silva (1937-2022).















quinta-feira, 12 de março de 2026

ESPACIO DE CONSULTAS

 

ESPACIO VIRTUAL DE CONSULTAS 
PARA LOS ESTUDIANTES REGULARES 
DE LA FACULTAD DE FILOSOFÍA Y 
LETRAS (UBA)

Primer Cuatrimestre 2026





 

 

Ø Encuentros programados por Google Meet. destinados especialmente a alumnxs libres:

 

16 DE ABRIL 16 HS.

30 DE ABRIL 18 HS.

8 DE MAYO 14 HS.



Ø Inscribirse para recibir enlace de cada encuentro hasta una hora antes del horario previsto:


https://forms.gle/AyUWmBwAUjz51dAe9



***


👉Próxima mesa de exámenes prevista (fecha y horario sujetos a cambios): Lunes 18/5 de 10 a 12 hs. (niveles elemental y superior) y 12 a 14 hs. (nivel medio). 


sábado, 22 de novembro de 2025

LIBRO LENGUA PORTUGUESA & COMPRENSIÓN LECTORA (2025)

 


Hola!!!

Los invitamos a leer, descargar y compartir el libro: Lengua Portuguesa & Comprensión Lectora.

Pueden acceder en el siguiente enlace:


https://archive.org/details/ebook-carlos-pasero-lengua-portuguesa-y-comprension-lectora-nov-2025/mode/2up



LENGUA PORTUGUESA Y COMPRENSION LECTORA (Pasero, 2025) reúne una serie de trabajos relacionados con la enseñanza de la lectocomprensión en lengua portuguesa a partir de conceptos tomados de la lingüística textual, la pragmalingüística y el análisis del discurso. Los capítulos se apoyan en marcos teóricos diversos para analizar géneros discursivos específicos como la crónica satírica y el ensayo académico en portugués. Entre otro aspecto, se insiste en la necesidad de enfoques didácticos basados en tareas interactivas y recursos multimodales para abordar los implícitos culturales y el conocimiento enciclopédico en el proceso de lectura.

quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Esta semana estreia ou estréia um novo filme? Entenda a regra ortográfica

Quais palavras perderam ou mantiveram o acento nos últimos anos? Evite erros comuns na escrita e leitura do português



Por Noslen Borges
20 nov 2025, 16h12

Fala, pessoas! Tudo certo?

Uma das coisas que mais gosto de fazer é assistir a um bom filme — seja em casa, com aquele conforto do streaming, ou numa grande sala de cinema aqui na minha cidade. E como vocês já sabem: eu enxergo a nossa língua portuguesa em tudo, até nas conversas mais despretensiosas do dia a dia!

Essa semana, falando com minha esposa sobre a estreia de Wicked II, nova produção da Disney baseada em O Mágico de Oz, surgiu uma dúvida que já escutei muita gente comentando: Afinal, o certo é “estreia” ou “estréia”? Não tinha um acento aí?

Entendendo a mudança: o que o Acordo Ortográfico diz

Vamos lá esclarecer essa questão de uma vez por todas!

O chamado último Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, implantado oficialmente em 2009 (sim, já tem quase 20 anos!), trouxe algumas mudanças na forma de escrever certas palavras. E uma dessas mudanças envolve os ditongos abertos “ei” e “oi” em palavras paroxítonas (aquelas cuja penúltima sílaba é a mais forte).

Essas palavras perderam o acento, mas mantiveram a mesma pronúncia.

Veja alguns exemplos:

Heróico Heroico
Jóia Joia
Colméia Colmeia
Estréia Estreia

Ou seja, “estreia” não tem mais acento, mas continua sendo pronunciada com a mesma tonicidade no “ei”. A palavra é uma paroxítona com ditongo aberto, e por isso a grafia antiga com acento foi abolida.

Você lembrava dessa regra?

Muita gente ainda chama esse conjunto de mudanças de “novo Acordo Ortográfico”, mas de novo ele não tem mais nada, né? 

Por isso mesmo eu prefiro chamar de último Acordo Ortográfico.

E aproveitando o gancho… você já foi assistir a The Wicked II

E aí, me conta: você é Team Elphaba ou Team Glinda?

Curtiu a dica?

Então compartilha com os amigos! E não esquece: toda terça e quinta-feira tem coluna nova por aqui.

Vamos que vamos! Professor Noslen Borges www.professornoslen.com.br

Fonte:https://veja.abril.com.br/coluna/na-ponta-da-lingua/esta-semana-estreia-ou-estreia-um-novo-filme-entenda-a-regra-ortografica/

terça-feira, 23 de setembro de 2025

PESAR POR EL FALLECIMIENTO DE GLORIA PÉREZ PITA (1959-2025)

 

Con profundo pesar, lamentamos informar el fallecimiento, este lunes 22 de setiembre, de Gloria Pérez Pitanuestra compañera de trabajo de muchos años en la Cátedra de Portugués de la Facultad de Filosofía y Letras, en donde se desempeñaba como Jefa de trabajos practicos, y en otros establecimientos de educación superior como el Instituto Santo Tomás de Aquino de San Martín.

Gloria tuvo una fuerte vocación docente que puso en práctica con dedicación y amor por la lenguas —era profesora en francés y en portugués, egresada del IES en Lenguas Vivas Juan Ramón Fernández de la Ciudad de Buenos Aires. Se había iniciado como profesora de Francés en 1982 y al finalizar este año tenía proyectado cerrar su carrera profesional al frente de cursos completando su jubilación en el nivel universitario.

Se destacó por su responsabilidad y su compromiso con la educación pública, con sus estudiantes y con las instituciones en las que le tocó actuar. La vamos recordar como una profesora entusiasta, siempre dispuesta a enseñar y a aprender, que deja una legado perdurable en la memoria de todos los que la conocimos y tratamos en la labor cotidiana. 


¡Gracias Gloria! ¡Descansa en paz!






segunda-feira, 15 de setembro de 2025

ENTREVISTA A ESTELA KLETT (FRAGMENTOS)

FRAGMENTOS DE UNA ENTREVISTA A ESTELA KLETT (2024)[1]


A continuación, transcribimos algunos fragmentos de la entrevista más extensa realizada por la Prof. Mónica Vidal a la Prof. Estela Klett, publicada en la revista Lenguas Vivas; recogemos aquí los pasajes en los que la investigadora y ex directora del Departamento de Lenguas Modernas de la FFYL-UBA comparte interesantes reflexiones sobre la situación actual de la enseñanza de las lenguas en el nivel superior.


(…)

 

Trabajaste muchos años en Filosofía y Letras en el Departamento de Lenguas Modernas, del cual fuiste directora. ¿Podrás hablarnos de esa experiencia? ¿Qué desafíos te planteó?

 

Sí, estuve en la dirección de Lenguas Modernas desde 1988 y por más de 30 años. Fue una experiencia extraordinaria que me enriqueció profundamente. Como las LE son transversales a todas las carreras de la facultad, el Departamento de Lenguas Modernas siempre manejó un enorme caudal de alumnos (variable según los años, pero siempre más del millar) y profesores (más de 60) de alemán, francés, inglés, italiano y portugués. Los desafíos que se plantearon fueron varios. En primer lugar, lograr la autonomía e independencia del Departamento, que hasta 1988 dependía de Letras. Eso se obtuvo enseguida y, a partir de ese momento, comenzaron proyectos de investigación avalados por la Secretaría de Ciencia y Técnica (SECyT). Se creó la cátedra de portugués (1989) y se fomentó el “aggiornamento” de programas y materiales para el dictado de los cursos. En esta etapa hubo seminarios dictados por especialistas nacionales y extranjeros y se promovieron reuniones de formación docente entre pares.

 

(…)

 

Un tema acuciante, que en el último año se ha puesto sobre el tapete, tiene que ver con el desarrollo de la inteligencia artificial y de los traductores automáticos, cada vez más afinados. ¿En qué medida sentís que estos dispositivos afectarán la enseñanza de la lecto-comprensión en lengua extranjera?

 

Aunque no he estudiado el tema en profundidad, diría que el nudo gordiano de este problema pasa por el correcto uso de la herramienta. Hay que observar ventajas y desventajas. Está claro que la inteligencia artificial es capaz de traducir en un instante nuestro mensaje escrito con un cierto grado de corrección. Puede incluso ponerle al mensaje escrito nuestra propia voz y la articulación perfecta de nuestra boca en el idioma deseado. Pero esta magia no debe confundirnos. Nada es comparable a hojear un libro en cualquier lado, seleccionar partes, leerlas y anotar lo que queramos. La IA no reemplaza cabalmente la comunicación cara a cara con otros que provienen de lenguas-culturas diferentes. Lo que se transmite a través de la utilización coordinada de lo verbal, lo vocal (entonación, tono, timbre) y lo visual (mimo gestualidad) hacen del encuentro algo único y maravilloso.

 

Más allá de este punto, ¿qué modificaciones propondrías para la enseñanza de lenguas extranjeras en la Universidad?

 

Me referiré a los casos de facultades que tienen requisitos de idiomas. Lo fundamental es tener presente para qué usará la lengua el alumno, o sea, los objetivos a alcanzar. Si se requiere que los alumnos lean bibliografías en LE durante su formación de grado, la lectocomprensión puede estar vigente. Hay que agregar un uso moderado y no exclusivo de las herramientas virtuales actuales. Si se quiere preparar al aprendiente para una beca internacional la lectocomprensión no es suficiente pues la oralidad (en comprensión y producción) resulta esencial. Ahora bien, es relevante saber qué número de alumnos viajará al extranjero y considerar si la propuesta es conveniente para quienes no participan de los flujos de la internacionalización de los estudios. Los postulantes a becas en el extranjero podrían complementar los conocimientos de idiomas logrados en el grado valiéndose de los cursos de extensión que ofrecen las unidades académicas.

 

(…)

 



[1] Vidal, Mónica. Estela Klett: “Amo mi trabajo y reivindico la profesión de profesor de lengua extranjera. No necesito vestirme de lingüista para tener credibilidad”. En: “El Lenguas”: Proyectos Institucionales. Presente y Pasado: Voces y retratos de docentes que dejaron huella. Suplemento de la revista Lenguas Vivas, n. 10, Julio de 2024, p. 42-47.