sexta-feira, 2 de outubro de 2026
RESULTADOS DE LOS EXÁMENES LIBRES DE PORTUGUÉS - SETIEMBRE 2026
quarta-feira, 2 de setembro de 2026
ESPACIO DE CONSULTAS PARA ALUMNXS LIBRES
ESPACIO VIRTUAL DE CONSULTAS PARA ESTUDIANTES REGULARES DE LA FACULTAD DE FILOSOFÍA Y LETRAS (UBA)
MESA DE SETIEMBRE 2026
Encuentros programados por Google Meet. destinados a alumnxs libres:
https://forms.gle/Y3qSb13RFjiRQJK88
***
👉Próxima mesa de exámenes: Lunes 14/9 de 10 a 12 hs. (niveles elemental y superior) y 12 a 14 hs. (nivel medio).
quarta-feira, 12 de agosto de 2026
Página em português sobre comércio transatlântico de pessoas escravizadas
A história do comércio transatlântico de pessoas escravizadas ganhou uma nova página em português no site da ONU.
quinta-feira, 30 de julho de 2026
Acordo ortográfico
Entrevista. Marco Neves: “O acordo ortográfico falhou e foi completamente inútil”

O professor e linguista Marco Neves considera que o Acordo Ortográfico (AO) “falhou” no objetivo de unificação da língua portuguesa, sendo hoje “completamente inútil” e criando tensões desnecessárias.
“Eu acho que o acordo acabou por falhar, e isso é a minha opinião, está aplicado em Portugal, sem dúvida, está aplicado no Brasil também, em alguns países africanos, mas falhou porque não criou uma unificação ortográfica, que era o seu grande objetivo”, afirmou, em entrevista à Lusa.
“Falhou porque, neste momento, temos Angola a usar a ortografia anterior, temos Portugal e Brasil a usar ortografias do acordo, mas também não são exatamente a mesma, portanto, não se fez uma unificação completa, e acabámos por ficar, na prática, com três ortografias. Aquela que é usada, por exemplo, em Angola, a que é usada em Portugal e a que é usada no Brasil”, acrescentou.
Para o professor e tradutor, a ortografia “nunca foi uma barreira” na comunicação entre os países falantes da língua portuguesa e mascara as verdadeiras dificuldades do mercado lusófono.
“O acordo foi vendido como uma forma de criar um espaço mais unitário, mas as verdadeiras barreiras à circulação de livros e de informação no espaço da língua portuguesa são barreiras alfandegárias, barreiras comerciais, não são barreiras ortográficas. Portanto, a minha opinião, é que foi completamente inútil”, disse.
Lembrou ainda que a ortografia sempre foi o ponto mais “estável” da língua.
“Foi um acordo só sobre ortografia, que por acaso é o ponto da língua mais estável e ao mesmo tempo também onde há menos diferenças, porque as grandes diferenças entre o português dos vários países, são no vocabulário, às vezes a sintaxe, […] os termos técnicos, aí também há bastantes diferenças”, salientou.
Autor de várias obras sobre linguística, Marco Neves dá o seu próprio exemplo numa recente viagem ao Brasil para o lançamento do livro “Queria? Já Não Quer?”, escrito com a ortografia portuguesa antiga, para referir que “ninguém se queixou”, e observar que as pessoas “sabem disso, sabem que há pequenas diferenças”.
Outro exemplo de que se socorre é o da língua inglesa, onde as duas ortografias [inglesa e americana] convivem pacificamente e todos continuam “amigos como dantes”. E o caso de Espanha “é também um bom modelo, com as várias academias a conversarem entre si” fazendo ajustes ao longo do tempo.
No caso da língua portuguesa, “é tudo muito mais ‘ad-hoc’. Cada país tem uma forma diferente de encarar a língua e as coisas não funcionam muito bem”. Com o AO “criou-se uma série de problemas e de tensões e de questões que são escusadas”, observou.
“Não nos podemos esquecer que o acordo foi feito numa época (1990) em que já tínhamos em Portugal e no Brasil também, com velocidades diferentes, uma taxa de alfabetização relativamente elevada, em Portugal aproximadamente 100%. Nos países africanos de língua portuguesa tínhamos situações muito diferentes, não só de alfabetização, mas também e principalmente da utilização da própria língua portuguesa”, lembrou.
Hoje há uma realidade diferente, mas cada país tem uma relação distinta com a língua oficial, desde a Guiné-Bissau “onde pouco se fala o português”, ou o caso de Angola, onde a língua portuguesa está em forte “crescimento”.
Outra reflexão feita por Marco Neves passa pelo crescimento da extrema-direita e pela “tendência em vários países para um maior nacionalismo”, algum fator de xenofobia, que pode levar em Portugal a um crescimento da ideia de que nos devíamos bastar a nós próprios e não ouvir os outros países de língua portuguesa.
“Cada país tem o seu ritmo, e isto talvez não seja neste momento algo visível, mas no futuro poderá acontecer algo do género”, admitiu.
Recordou a este propósito o que aconteceu na antiga Jugoslávia, onde “o nacionalismo linguístico” levou a que, cada uma das atuais nações tenha declarado uma língua diferente, “quando na verdade o croata, o sérvio, o montenegrino, o bósnio são a mesma língua”, afirmou.
“Com o andar dos anos pode acontecer algo parecido com a língua portuguesa”, alertou o professor e tradutor.
“Eu vejo muitas vezes, no discurso em Portugal, mesmo de pessoas que não estão associadas à extrema-direita, este quase desejo de que mais valia dizermos que o português é só nosso e que os outros, cada um deles, cria a sua língua e pronto”, disse.
Mas a “diferença” e a “variedade” da língua portuguesa são para Marco Neves caraterísticas que a valorizam e enriquecem.
Olhando para as “velocidades” da aplicação do AO nos vários países de língua oficial portuguesa, o linguista sugere que as Academias possam liderar uma reforma que seria desejável.
“A Academia das Ciências de Lisboa e a Academia de Letras do Brasil e dos outros países, as várias academias que existem, podiam ter aqui um papel para resolver o problema, no sentido de fazer reformas, isto iria implicar andar para trás em alguns pontos, assumir algumas das mudanças”, mas já que se fez o Acordo Ortográfico, pelo menos agora, “que se mude bem”.
Fonte: Comunidade, Arte e Cultura.
terça-feira, 30 de junho de 2026
ESPACIO DE CONSULTAS PARA ALUMNXS LIBRES
ESPACIO VIRTUAL DE CONSULTAS
PARA LOS ESTUDIANTES REGULARES
DE LA FACULTAD DE FILOSOFÍA Y
LETRAS (UBA)
Primer Cuatrimestre 2026: Mesa de julio
Ø Encuentro programado por Google Meet. destinados especialmente a alumnxs libres:
Ø Inscribirse para recibir enlace del encuentro hasta una hora antes del horario previsto:
https://forms.gle/pVAtpmAdoELma7Hg7
***
👉Próxima mesa de exámenes: Lunes 13/7 de 10 a 12 hs. (niveles elemental y superior) y 12 a 14 hs. (nivel medio).
sábado, 23 de maio de 2026
LA GUERRA DE LAS MALVINAS EN LA LITERATURA DE CORDEL
“INGLATERRA E ARGENTINA EM GUERRA PELAS MALVINAS” : LA CRÔNICA PERIODÍSTICA EN LA LITERATURA BRASILEÑA DE CORDEL
Prof. Carlos A. Pasero
La literatura brasileña de cordel es homóloga de manifestaciones ya desaparecidas en otros países ("pliegos sueltos", "colportage", "chapbook", etc.). Entre la tradición folclórica y los medios de comunicación masivos, es sobreviviente de una práctica nacida entre los siglos XVI y XVII en Europa y que tenía como escenario de difusión, lo mismo que en el Brasil de contemporáneo, la plaza pública y el mercado.
En ese universo cultural, la literatura brasileña de cordel participa de un contexto mayor, la poesía oral, improvisada y cantada. La literatura brasileña de cordel surge a fines del siglo XIX. Hasta ese momento sólo se importaban y consumían folletos o pliegos sueltos de la literatura de cordel producida e impresa en Portugal. La disponibilidad, en el mercado de segunda mano, de pequeñas máquinas de imprimir desechadas por los periódicos del interior, hizo que muchos productores y vendedores de folletos iniciaran un proceso de "sustitución de importaciones" muy curioso, tal vez, sospechamos, relacionado con la carestía del producto importado o su desaparición.
Con epicentro en el nordeste del Brasil, la literatura brasileña de cordel se encuentra ya desparramada por casi todo el país. Algunos títulos significativos son: Batalha de Oliveiros com Ferrabráz de Leandro Gomes de Barros, Roldão no Leão de Ouro de João Martins de Ataíde, Brasil, Tricampeão do Mundo de Manoel d'Almeida Filho, Nascimento, Vida e Morte do Padre Cícero Romão de José Costa Leite, As Bravuras e Morte de Lampião de Antônio Francisco da Silva.
El texto que reproducimos a continuación, de especial interés para los argentinos, es un ejemplo de crónica periodística, uno de los tantos géneros diversos en los que se expresa la literatura nordestina impresa: “A Inglaterra e Argentina em Guerra pelas Malvinas” del poeta cearense, residente en Río de Janeiro, Gonçalo Ferreira da Silva (1937-2022).
quinta-feira, 12 de março de 2026
ESPACIO DE CONSULTAS
ESPACIO VIRTUAL DE CONSULTAS
PARA LOS ESTUDIANTES REGULARES
DE LA FACULTAD DE FILOSOFÍA Y
LETRAS (UBA)
Primer Cuatrimestre 2026
Ø Encuentros programados por Google Meet. destinados especialmente a alumnxs libres:
Ø Inscribirse para recibir enlace de cada encuentro hasta una hora antes del horario previsto:
https://forms.gle/AyUWmBwAUjz51dAe9
***
👉Próxima mesa de exámenes prevista (fecha y horario sujetos a cambios): Lunes 18/5 de 10 a 12 hs. (niveles elemental y superior) y 12 a 14 hs. (nivel medio).
sábado, 22 de novembro de 2025
LIBRO LENGUA PORTUGUESA & COMPRENSIÓN LECTORA (2025)
Hola!!!
Los invitamos a leer, descargar y compartir el libro: Lengua Portuguesa & Comprensión Lectora.
Pueden acceder en el siguiente enlace:
LENGUA PORTUGUESA Y COMPRENSION LECTORA (Pasero, 2025) reúne una serie de trabajos relacionados con la enseñanza de la lectocomprensión en lengua portuguesa a partir de conceptos tomados de la lingüística textual, la pragmalingüística y el análisis del discurso. Los capítulos se apoyan en marcos teóricos diversos para analizar géneros discursivos específicos como la crónica satírica y el ensayo académico en portugués. Entre otro aspecto, se insiste en la necesidad de enfoques didácticos basados en tareas interactivas y recursos multimodales para abordar los implícitos culturales y el conocimiento enciclopédico en el proceso de lectura.
quinta-feira, 20 de novembro de 2025
Esta semana estreia ou estréia um novo filme? Entenda a regra ortográfica
Quais palavras perderam ou mantiveram o acento nos últimos anos? Evite erros comuns na escrita e leitura do português
Uma das coisas que mais gosto de fazer é assistir a um bom filme — seja em casa, com aquele conforto do streaming, ou numa grande sala de cinema aqui na minha cidade. E como vocês já sabem: eu enxergo a nossa língua portuguesa em tudo, até nas conversas mais despretensiosas do dia a dia!
terça-feira, 23 de setembro de 2025
FALLECIMIENTO DE GLORIA PÉREZ PITA (1959-2025)
Gloria tuvo una fuerte vocación docente que puso en práctica con dedicación y amor por la lenguas —era profesora en francés y en portugués, egresada del IES en Lenguas Vivas Juan Ramón Fernández de la Ciudad de Buenos Aires. Se había iniciado como profesora de Francés en 1982 y al finalizar este año tenía proyectado cerrar su carrera profesional al frente de cursos completando su jubilación en el nivel universitario.
Se destacó por su responsabilidad y su compromiso con la educación pública, con sus estudiantes y con las instituciones en las que le tocó actuar. La vamos recordar como una profesora entusiasta, siempre dispuesta a enseñar y a aprender, que deja una legado perdurable en la memoria de todos los que la conocimos y tratamos en la labor cotidiana.
¡Descansa en paz!